Deserto de Gobi, meu primeiro deserto


O deserto de Gobi, foi o primeiro da série de 4 desertos, vou passar agora as características desse deserto, e da competição realizada uma vez por ano, lá do outro lado do mundo.

Para chegar no deserto de Gobi saí do Brasil, desci em Madri-Espanha, cerca de 9 horas, depois mais 5 horas até Pequim, onde foram realizados os jogos olímpicos, depois um vôo de 4 horas até urunqi, cidade que concentra as universidades de tecnologia, e ultimo vôo até kashigar, noroeste chines, fronteira com a Mongolia e o Quiziquistão.

O deserto de Gobi, é o mais úmido do planeta, e o mais cheio de pedras, os 250km, feitos nos 7 dias são extenuantes, corremos, cruzando rios gelados, subindo montanhas, subindo paredões, em escadas, amarradas na rocha, passamos por comunidades, que vivem de plantar trigo, e criar gado.

O deserto de Gobi já foi lar de dinossauros, segundo estudiosos no assunto, hoje existem, muitos pesquisadores explorando o deserto atrás de fósseis de dinossauros.

Os cavalos de Przewalski é um tipo raro,que vive,no deserto de Gobi.É o único realmente selvagem na terra, nunca foi domesticado.

O povo Nômade, do deserto de Gobi, se muda cerca de 10 vezes por ano, eles fizeram uma grande festa, na chegada dos atletas ao primeiro acampamento, com danças,comida,música e corrida de cavalos,foi emocionante a recepção carinhosa, com todo o povo vestido para festa.

A casa do povo nômade é chamada de Ger ou yurt, o sol forte lá de fora, não deixa o calor invadir o interior das tendas.

O povo do deserto é extremamente carinhoso, e receptivo.

Era um lugar, totalmente novo, e fazer parte, pelo menos por alguns dias, desse ambiente mágico, com montanhas rodeadas de Jade, a pedra preciosa chinesa, foi especial.

Saiba mais sobre como participar dessa prova; acessando http://www.racingtheplanet.com/